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Chega ao município novas ambulâncias adquiridas pelo Prefeito

"O Prefeito Municipal recebeu hoje, e entregou aos cidadãos do município as ambulâncias adquiridas, que já estão a serviço de todos"

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Vocês usaram nosso paíse e nosso povo, sugando e chupando-os como a um picolé, quando só sobrou o palito, jogaram fora. Foram sugando tudo, enquanto deu. A copa e as olimpíadas tinham um objetivo claro, a facilidade de roubar e paralelamente o ópio do povo, a alienação no esporte. Sugaram a Petrobraz, que foi construida palmo a palmo durante décadas


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Esporte é essencial para crianças e adolescentes.

Para isso ser tornar um hábito, é fundamental o incentivo dos pais e principalmente que os mesmos também sejam pessoas ativas.

As crianças seguem os modelos e estilos de vida que lhe são apresentadas no seu convívio familiar.


Todos sabemos que a prática de atividades esportivas deveria ser um hábito adquirido na nossa infância e que desde lá, nos auxiliaria em nossa qualidade de vida por toda vida. Além de promover a saúde, o bem estar físico, melhorar a coordenação motora e desenvolver o metabolismo de nossas crianças e jovens, o esporte pode contribuir muito para a saúde emocional e psicológica de seus praticantes.


Motivos para incentivar a prática do esporte na infância

O Esporte é um direito de toda criança e adolescente, previsto na Constituição do Brasil e também no ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), nós adultos, deveríamos nos mobilizar e zelar para que esses direitos sejam colocados em prática como políticas públicas.


O esporte é ainda subutilizado como meio para complementar a educação formal e também como meio para prevenção e promoção da saúde. Segundo dados da Unesco para cada $ 1  investido em programas de práticas esportivas são economizados $3 em gastos com saúde pública. Portanto, vamos incentivar  nossas crianças e jovens a se movimentarem mais, será bom para a sociedade como um todo.


O esporte é uma ferramenta que pode auxiliar também na educação, várias pesquisas constataram que crianças ativas vão melhor na escola do que as crianças que pouco se movimentam, ou seja, as crianças que praticam  atividades esportivas por pelo menos duas vezes na semana desenvolvem mais rápido as capacidades cognitivas relacionadas a aprendizagem escolar. Portanto, frequentar as aulas de Educação Física na escola e fazer atividades esportivas fora do período escolar são fundamentais também para o desenvolvimento de habilidades intelectuais.


A obesidade também é outro ponto importante, infelizmente,  52% dos adultos brasileiros estão acima do peso e isso tem ocorrido cada vez mais com as crianças e jovens. A obesidade é uma epidemia e deveria ser tratada como um problema de saúde pública com politicas de prevenção e promoção da saúde que atingissem nossa sociedade como um todo.


Habilidades sociais desenvolvidas na prática do esporte

Além dos benefícios de saúde física, melhora na qualidade de vida, o esporte ainda ajudará em aspectos do desenvolvimento da moral e sociabilidade nas crianças e jovens. Gostaria de citar alguns aqui:


Respeito aos companheiros, adversários e figuras de autoridade;

Saber ouvir e falar;

Exercitar tomadas de decisão;

Aprender a priorizar, lidar com tempo;

Desenvolvimento e fortalecimento de laços afetivos;

Empatia;

Obter prazer e bem-estar com a prática;

Compromisso com o meio ambiente e com o público/coletivo;

Promover a autoconfiança e autoestima;

Contribuir para o desenvolvimento humano.


Como ser bons pais na hora de motivas a prática do esporte?


Alguns estudos verificaram que os pais podem desempenhar um papel altamente positivo e/ou negativo na experiência esportiva das crianças e adolescentes. O desafio é identificar as formas com que os pais podem afetar positivamente a experiência das crianças e encorajá-los a empregarem essas práticas. Simultaneamente, deve-se verificar ações negativas e facilitar os esforços para eliminá-las.


Existe conduta adequada para os pais de jovens atletas? Será que eles podem torcer? Como devem se comportar em torneios? Qual atitude deve ser tomada diante de vitórias e derrotas de seus filhos?


Infelizmente, não é incomum presenciar comportamentos inadequados de pais em competições acompanhando seus filhos. As atitudes erradas podem ir desde um destempero com seu rebento após uma derrota, até brigas entre pais de atletas por decisões de arbitragem etc. Será que os genitores que tomam esse tipo de atitude sabem o quanto e como estão influenciando seus filhos?


Criança, esporte, tenis, psicólogo do esporte onlineA Psicologia do Desenvolvimento já demonstrou que as atitudes dos pais em diferentes contextos irão influenciar os comportamentos dos filhos muito mais do que as palavras proferidas.

Muitos comportamentos das crianças são aprendidos por simples observação e até por imitação de seus pais ou responsáveis.


Quando nascem, infelizmente as crianças não vêm com um manual de instruções de envolvimento nos esportes, e a maioria dos pais teve pouco treinamento em como ter sucesso com os filhos nesse contexto. Além disso, à medida que as crianças se desenvolvem e amadurecem, o papel dos pais no esporte muda.


Conselhos para pais e jovens


Ganhar não é tudo

Parece repetitivo dizer isso, mas é um erro muito comum. Concentre-se fundamentalmente na maneira como seu filho jogou e não nos resultados das partidas. Premie o esforço e o trabalho duro antes do êxito.


Trabalhe com responsabilidades para desenvolver autoconfiança

Dê a seu filho responsabilidades que, com o tempo, aumentarão sua autoconfiança, autoestima e independência, não deixe que ele dependa demasiadamente de você, não evite encontrar-se ou falar com o treinador, mas evite pensar que o treinador é um simples empregado e que tem, unicamente, interesse profissional.


O limite positivo de ser competitivo

Assegure-se de que a competição seja uma experiência positiva para seu filho, fundamentalmente no desenvolvimento pessoal, enfatize aspectos importantes como a esportividade, ética, melhora pessoal, responsabilidade, espírito de equipe.


O esporte deve ser uma experiência positiva

Estabeleça linhas de comunicação claras e tente reunir-se regularmente com o treinador para saber a evolução de seu filho e comentar sobre seus objetivos. O papel do treinador é muito importante no desenvolvimento emocional das crianças e jovens que irá se relacionar. Por isso, é fundamental conhecer sobre suas experiências profissionais, seus métodos de trabalho, sua carreira e formação. O treinador deve ser uma pessoa extremamente paciente, cativante e motivadora.


Desenvolva a moral através do comportamento esportivo

Não faça vista grossa aos comportamentos inadequados de seu filho (uso de violência,  usar palavrões, ou faltar com respeito com colegas ou adversários), não esqueça de que aspectos importantes do desenvolvimento do jovem por dar prioridade ao esporte que escolheu.


Ouça a opinião deles com atenção

Compreenda que os filhos não têm somente o direito de treinar, mas também o de não treinar, anime-o a experimentar outros esportes para que conheça mais pessoas e participe de outras atividades, evite obrigá-lo a treinar somente uma modalidade, quanto mais experiencias tiver, melhor para o seu desenvolvimento motor e para a sua saúde.


Dê suporte emocional

Esteja preparado para apoiar e ajudar emocionalmente, especialmente quando seu filho tiver problemas, evite usar o castigo, a falta de carinho,  ausência de afeto e amor como meios para que seu filho se esforce mais ou jogue melhor. Compreenda que os esportistas necessitam de tranquilidade quando perdem uma competição e um tapinha carinhoso nas costas ou uma frase de ânimo são suficientes quando um jogador sai da partida derrotado.


Ajude-o a desenvolver consciência dos benefícios do esporte

Ajude o seu filho a identificar as competências que adquiriu com a prática desportiva pois potenciará autoconfiança na medida em que estará a associar esforça a um ganho específico de competência, facilitando a transferência deste processo para outras áreas de vida (ex: escola). Compare o progresso de seu filho com suas próprias habilidades e objetivos, mas evite comparar o progresso dele com o de outros colegas.


Seja pai ou mãe e não técnico

Mantenha-se no seu papel de pai, mãe ou responsável. Evite ser o técnico de seu filho (discutindo a técnica, estratégia, etc). Não aumente o sentimento de culpa do jovem, fazendo-o perceber que deve a você tempo, dinheiro ou outros sacrifícios que tenha feito por ele.


Participe dos jogos

Assista as competições e mantenha a calma tanto em situações positivas quanto negativas, para mostrar que, independentemente do resultado, você se interessa e valoriza o esforço, evite sair da partida caso seu filho não esteja jogando bem, enfatize o fato de que, ganhe ou perca, seu carinho por ele será igual e evite ficar com raiva ou tratá-lo de modo diferente quando perder.


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A adolescência acontece no indivíduo principalmente no terreno da escola.

A escola para o jovem é um território que acolhe tudo e onde eles se sentem à vontade para exercitar suas vivências e convivências. É nesse território em que se dão encontros e relações, que o jovem questiona valores e começa a construir seu projeto de vida.



Quem sou eu? O que eu posso ser? O que fazer para ser o que eu quero? O que eu quero para o meu futuro? Como posso me preparar para realizar meu projeto de vida? No ensino médio, é a escola, quando geradora de questionamentos, pensamentos, sentimentos e ações, que ajuda o adolescente a chegar a essas questões e a buscar suas próprias respostas.


Como uma obra em construção, a adolescência acontece no indivíduo principalmente no terreno da escola, onde o jovem passa boa parte de seu dia fora de casa. Há quem compare o processo individual àquele que se dá na coletividade contemporânea.


O adolescente passa por uma redefinição da imagem corporal assim como são redefinidas as configurações urbanas e as fronteiras territoriais. Ele está se individualizando, rompendo vínculos e buscando autonomia, em um processo similar ao da descolonização, quando uma comunidade rompe com a metrópole para obter sua independência política e econômica.


O adolescente também está na fase de comparar valores para estabelecer seu próprio código de ética, enquanto a humanidade coloca o foco nos códigos internacionais para nortear a vida no planeta e os direitos individuais e coletivos.


Na adolescência, o jovem busca identificação e segurança em grupos de iguais, assim como fazem os países ao criar blocos regionais no cenário internacional. E os garotos e garotas criticam as crenças dos pais, enquanto as comunidades modernas questionam ideologias e dogmas da velha ordem mundial.


Partilhando projetos 

Todos esses movimentos e transformações são vividos pelo filho ou filha adolescente ao lado dos professores, veículos de novos valores para comparar com os trazidos de casa, e dos colegas, que se tornam a referência campeã nessa fase da vida.


Desse universo, o jovem obtém o conjunto de conhecimentos que interessa: os pedagógicos e os aprendizados que não estão no currículo - é isso precisamente que a escola representa para ele, como aponta uma outra pesquisa realizada em 2006, na Universidade Federal do Pará, com 725 estudantes de seis escolas de ensino médio da rede pública. Para os adolescentes, a escola é o principal espaço de construção e partilha de conhecimentos sobre a vida futura.


Monitoria dos pais 

A família, claro, continua eterna referência, mas é o tempo de acompanhar tudo com um novo desafio: de perto, mas dos bastidores. Significa auxiliar o filho na compreensão do significado desse novo estágio de vida, dos desafios propostos, das alternativas possíveis frente às novas exigências.


Não cabe e não é responsabilidade dos pais fazer pelo filho, mas instigá-lo a enfrentar as situações, a descobrir suas potencialidades.


No início do ensino médio, esse acompanhamento tende a ser mais próximo, mas no segundo e principalmente no terceiro ano ele deve funcionar muito mais como uma monitoria, para o jovem perceber a preocupação da família, a possibilidade de ter a quem recorrer caso seja necessário, mas também adquirir confiança e autonomia para enfrentar a vida adulta.


Manter essa referência é importante, pois no estágio posterior, a universidade, não existe ou pouco existe a possibilidade de os pais acompanharem o que acontece. Se o diálogo, a troca de idéias e projetos, foi construído durante o ensino médio, a distância na relação familiar será menor, diminuindo a chance de conflitos.


E a Internet, palco global de encontro, conhecimentos e relações, não esvazia o papel da escola na formação e educação do adolescente? Não, muito pelo contrário. Com o advento da comunicação via MSN, orkut e outras formas virtuais, o papel dessa referência se aprofunda. Porque na escola as relações são "concretas", face a face!


É nesse ambiente que seu filho aprende a se virar de verdade para resolver problemas com independência, checando e ampliando o conhecimento, ouvindo, negociando, cedendo, participando, cooperando, perseverando, respeitando. Aprende a ser solidário e consciente de seus direitos, deveres e responsabilidades. Em outras palavras: ganha a chance de tornar-se um cidadão do futuro.


Fonte: Patrícia Mortara, psicóloga e professora


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Por que uma criança deve estudar?

Para ser formada como cidadão que terá um papel na sociedade, trabalhando para ter o seu sustento, para realizar os seus sonhos e para colaborar com os menos favorecidos.

O estudo não tem um fim em si mesmo, do tipo, o estudo dignifica o homem. Não, o trabalho dignifica o homem. Ou seja, o que você realiza dignifica, o que você é capaz de produzir lhe agrega mais dignidade para sua vida. Logo, numa determinada fase de sua vida você supostamente deveria se preparar para numa outra fase, produzir e gerar valor.


O estudo sem propósito é perda de tempo. Esta afirmação soa quase como uma heresia escandalosa aos ouvidos de quem por anos foi condicionado a pensar no estudo como atividade fim e não como meio. Estudar por estudar é típico de alguém que ainda não encontrou o seu propósito e por isso continua fazendo as coisas por fazer.


No entanto, o ato de estudar, ou seja, participar de uma classe a fim de adquirir informações sobre as disciplinas definidas pelo governo está muito longe de ser o suficiente para preparar alguém para adquirir esta relevância na sociedade. Até porque, a definição do currículo escolar foi feita há quase um século. Porém, o mundo mudou, as necessidades mudaram, as ferramentas são outras e a quantidade de informação as quais nossos jovens são expostos é muito maior.


Conseguir que os filhos se esforcem, se concentrem, aprendam e consigam alcançar seus objetivos nos estudos não é uma tarefa tão fácil para eles nem para os seus pais. 


Para que as crianças tenham êxito nos estudos basicamente é necessário que elas disponham da capacidade intelectual necessária para poder estudar, que estejam motivadas, e adquiram conhecimentos durante o seu tempo de estudos e saibam dominar hábitos de trabalho e estudo. 


Ambiente de estudo para os deveres das crianças


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O ambiente, entendido como o lugar onde a criança deve se concentrar nos seus deveres e nos seus estudos a cada dia sem distrações é de fundamental importância para que ela consiga os seus objetivos. Uma boa organização em função do tempo e do ritmo de estudo também é um importante ingrediente na realização das suas tarefas escolares. A criança, com a ajuda dos pais deve planejar ou programar o horário de estudo.


Recomendações para conseguir um bom ambiente de estudo


- Local. O lugar de estudo deve ser sempre o mesmo para que não existam novos elementos de distração cada vez que a criança vá estudar ou fazer as tarefas. 


- Móveis. O dormitório deve contar com alguns elementos básicos (mesa, escrivaninha e cadeira). A criança deve ter todas as coisas necessárias em mãos.


- Serenidade. O ambiente do recinto deve ser silencioso (longe da televisão, rádio, telefone e outros ruídos). 


- Tranquilidade. O lugar deve permitir a concentração e a atenção (evitar a presença de elementos que possam distrair). 


- Ambiente. O local de estudos (que pode ser o quarto da criança) deve ter uma ventilação e temperatura adequada, assim como uma boa iluminação natural, se possível. 


Recomendações para planejar as sessões de estudo 


1. Organização. Para planejar o tempo de estudo é necessário marcar um tempo determinado para cada matéria em função da sua dificuldade. 


2. Planejamento. Convém elaborar um calendário que a criança deverá seguir. Deve-se tentar, na medida do possível, conseguir todos os objetivos ou metas propostas. Ser constante nessa tarefa criará um hábito muito importante de organização e de ordem. 


Dificuldade média: 60 minutos

Descanso: 10 a 15 minutos

Dificuldade grande: 90 minutos

Descanso: 15 a 20 minutos

Dificuldade baixa: 30 minutos

Descanso: 5 a 10 minutos


3. Ritmo de trabalho. O planejamento do estudo deve ser feito à medida de cada um, no seu ritmo de trabalho e aprendizagem. Deve levar em conta as circunstâncias pessoais e as atividades complementares. Para os primeiros anos do curso secundário, dez ou doze horas de estudo semanal são suficientes.


4. Tempo de descanso. Um bom planejamento, além do tempo para o estudo, a criança deve reservar tempo para o lazer e o descanso. É necessário descansar pelo menos 8 horas por dia. 


5. Ordem de prioridades. Fazer a lista dos trabalhos diários seguindo a ordem dos mais urgentes até os menos urgentes e por ordem de dificuldade. Ou seja, os mais difíceis no início, já que a criança estará mais desperta e com a cabeça mais fresca. Os trabalhos devem se intercalar de forma variada. Não se devem estudar de maneira seguida duas matérias muito difíceis. 


6. Flexibilidade e adaptação. Todo planejamento deve ser flexível. A criança e os pais podem se ajustar a possíveis mudanças ou a dificuldades não previstas.


fonte: Edupla – Educação Planejada


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Água com açúcar para acalmar os nervos, saiba mais sobre isto para a sua saúde.

A ideia de que colocar açúcar transforma água em sedativo não faz sentido: açúcar fornece energia para o corpo, e isso nada tem de sedativo.

Não. Ao ser metabolizado por nosso organismo, o açúcar serve como fonte de energia… e só. Ele não tem nenhuma propriedade sedativa. “Esse velho truque caseiro pode até ter algum fundamento se a pessoa tiver hipoglicemia (falta de açúcar no sangue) ou passar o dia inteiro sem se alimentar. 


A fome faz com que haja liberação de adrenalina, que provoca suadouro, irritação ou tremedeiras. Nesse caso, o açúcar combateria os sintomas, acalmando a pessoa. Mas se for alguém bem nutrido, o proverbial copo de água com açúcar não faz o menor sentido”, afirma o clínico geral Antônio Carlos Lopes, chefe da Clínica Médica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Isso não impede que a água açucarada tenha um efeito placebo – isto é, acabe funcionando por auto-sugestão. Se a pessoa quiser se tranqüilizar, vale mais a pena respirar fundo ou contar até dez.


Aqui, entra em cena o famoso efeito placebo: a pessoa que toma a mistura acredita que vai ficar mais tranquila – e acaba ficando mesmo. Mas há quem veja um fundo de verdade no mito. “Pessoas ansiosas tendem a precisar de um aporte maior de serotonina, um neurotransmissor responsável pela sensação de prazer e bem-estar. E o açúcar favorece a liberação de serotonina”, diz o médico Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia.


Agora, se quiser garantir o efeito calmante, melhor mesmo misturar o açúcar com chá de camomila ou de erva-cidreira. Esses, sim, deixam a pessoa calminha, calminha.


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